Documentário brasileiro de 1970 de Geraldo Sarno.

“Os filmes de Geraldo Sarno fundam a consciência documentarística. É um desencontro entre Joris Ivens e Santiago Alvarez. Geraldo Sarno desmonta temas e subtemas em modelares filmes: dali poder-se-ia lançar foguetes aos canais do futuro.” (Glauber Rocha)

“Geraldo Sarno é um homem de equilíbrio e um cineasta de síntese. Vendo seus filmes, tem-se a impressão de assistir-se a um teorema vivo, a uma geometria que se constrói no tempo, que se funde à música (também a música do silêncio).” (Fernando Birri)

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